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30 Mar 2019 19:41
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<h1>SBGames 2018 Trar&aacute; Pra S&atilde;o Paulo Discuss&otilde;es Acad&ecirc;micas Sobre o assunto Games</h1>

<p>Um planeta habitado apenas por seres de pele negra, iluminado por seis s&oacute;is batizados com nomes de orix&aacute;s, cuja hist&oacute;ria &eacute; narrada por uma mulher l&eacute;sbica. Esses s&atilde;o alguns dos elementos que o escritor e fil&oacute;sofo baiano Alexey Dodsworth re&uacute;ne no teu segundo livro de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, O Esplendor, publicado na editora Draco. Como Acertar Quest&otilde;es De Racioc&iacute;nio L&oacute;gico Em Concursos do autor por este g&ecirc;nero vem ap&oacute;s o sucesso de Dezoito de Escorpi&atilde;o, tua estreia pela fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, que lhe rendeu o pr&ecirc;mio Argos 2015 e teve a primeira edi&ccedil;&atilde;o esgotada.</p>

<p>Atualmente morando em S&atilde;o Paulo, onde estuda Astronomia e cursa doutorado em Filosofia, Dodsworth se prepara para a estreia oficial do livro em eventos no dia vinte e sete de agosto, no Rio de Janeiro, e dois de setembro, em S&atilde;o Paulo. Antes disso, o escritor bateu um papo com A TARDE e argumentou sobre a mistura inusitada de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e mitologia iorub&aacute;, e tamb&eacute;m aproximar-se outros aspectos do g&ecirc;nero. O Esplendor &eacute; o seu segundo livro de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.</p>

<ul>

<li>4&ordm;) Mestrado de Ci&ecirc;ncia em Observa&ccedil;&atilde;o de Neg&oacute;cios - Universidade de Minnesota</li>

<li>Institui&ccedil;&atilde;o de Economia de Londres - Inglaterra</li>

<li>tr&ecirc;s Probabilidades de campanha</li>

<li>2&ordm; ano: forma&ccedil;&atilde;o generalista pr&aacute;tica, com est&aacute;gio de 4 meses ao final do ano</li>

<li>Escola Federal do Rio Amplo do Sul (UFRGS)</li>

<li>O come&ccedil;o de tudo</li>

<li>dois N&uacute;cleos de Procura e Extens&atilde;o 2.Um NURC - Projeto Norma Urbana Culta</li>

</ul>

<p>Fale a respeito da tua rela&ccedil;&atilde;o com esse g&ecirc;nero. Eu sempre li muito, desde que era adolescente, em Salvador. Nos anos oitenta eu garimpava livros de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. Eu prontamente gostava do conte&uacute;do. Tanto que em 2009 eu entrei no curso de Astronomia da USP. E foi a partir deste estudo que disparou em mim a desejo de digitar fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica.</p>

<p>Visto que eu comecei a me deparar com coisas que eu dizia: 'nossa, isso existe? E eram coisas t&atilde;o bizarras e desconhecidas, por&eacute;m que s&atilde;o realidades cient&iacute;ficas, e eu comecei a us&aacute;-las para digitar os livros. Como, tais como, quase ningu&eacute;m entende que quem descobriu uma g&ecirc;mea perfeita do nosso sol foi um astr&ocirc;nomo carioca. E eu trato disso em 18 de Escorpi&atilde;o, que &eacute; exatamente o nome dessa estrela descoberta.</p>

<p>E o que te levou a escolher elementos do candombl&eacute; e da cultura afro pra compor essa nova hist&oacute;ria? Uma coisa que sempre me incomodou quando eu lia fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica ou literatura excelente brasileira, em geral, &eacute; que a maioria utiliza elementos da cultura greco-romana e ambienta seus livros nos EUA e pela Inglaterra. E eu imagino: 'por&eacute;m por que algu&eacute;m escreve sobre isso uma realidade onde, muitas vezes, ela nem ao menos pisou os p&eacute;s? Eu sei que preciso publicar a come&ccedil;ar por uma realidade que eu conhe&ccedil;a, aproveitando elementos de nossa cultura. Eu nasci em Salvador e convivi com essa cultura durante 30 anos da minha vida.</p>

<p>Dessa forma n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida que estava na hora de fazer uma homenagem &agrave; cultura afro, que &eacute; t&atilde;o presente pela cidade. Portanto acaba sendo uma homenagem &agrave; Bahia assim como? Sim, &eacute; uma homenagem &agrave; Bahia. Sou de Salvador, apesar de meu nome ser absolutamente estranho. ]. Confira O Motivo De Cada Uma a minha exist&ecirc;ncia quase toda a&iacute;. A minha fam&iacute;lia &eacute; estrangeira. Eu descendo de italianos e escoceses.</p>

<p>Entretanto ela imigrou para a Bahia no in&iacute;cio do s&eacute;culo 20. Eu s&oacute; vim para S&atilde;o Paulo com 32 Cursos Gratuitos Com Certificado Pela &Aacute;rea Da Educa&ccedil;&atilde;o . Desta maneira j&aacute; eu achei que deveria contar uma hist&oacute;ria com elementos que executam parcela dessa cultura, n&atilde;o por um dever ou responsabilidade, mas por serem coisas que eu conhe&ccedil;o e que s&atilde;o minhas refer&ecirc;ncias. A hist&oacute;ria se passa no planeta Aphrik&eacute;, onde todos s&atilde;o negros.</p>

<p>Foi uma forma de preencher a car&ecirc;ncia de protagonistas de etnia negra nas obras de fic&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica? No princ&iacute;pio, eu imediatamente sabia que todos os protagonistas seriam negros, mas, durante o tempo que eu fazia o livro, n&atilde;o era nem ao menos por causa de eu achava que precisava ter representatividade negra. Era mais visto que o mundo tinha seis s&oacute;is e eu achava cientificamente incorreto um territ&oacute;rio dessa forma com pessoas de pele branca. Busca Pela Austr&aacute;lia: Escola De Sydney Fornece Bolsas Pra Mestrado E PhD - &Eacute;poca NEG&Oacute;CIOS /p&gt;
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<p>No entanto depois eu me toquei que era o meu inconsciente trabalhando. Eu queria que o universo tivesse 6 s&oacute;is pra que as pessoas fossem negras. ]. Foi da&iacute; que veio todo o desejo de publicar um livro com essa tem&aacute;tica e caracter&iacute;sticas. Isso foge do paradigma convencional de forma&ccedil;&atilde;o de protagonistas nas fic&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas, certo? Foi bem como o que me levou a fazer isso.</p>

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